sábado, 7 de janeiro de 2012

Aos Poetas (2011)

Vou falar de coisa que acontece, vou falar de coisa que enlouquece,

Quando um poeta escreve e chora, é pouca coisa que consola,
Recordações relevantes que passam pela memória,
Itinerário de uma vida toda,
Caneta papel e vai surgindo coisas,
Se considera sábio,¬¬ então é sábio o bastante pra me compreender,
Que você sabe é sábio, tudo bem mais tem muito ainda que aprender,
Dizer coisas que ninguém chegou a pronunciar,
Fazer discípulos sábios prontos pra te escutar,
Jamais deixar, a ignorância falar, pro cê não complicar,
Mais é difícil né jhow,
Cê canta rap quase ninguém conhece é você mesmo que promove seu show,
Cê tá certo em seu corre, só desiste quem morre,
A vitoria gernima naquele que nasce pobre,
Então viva, viva! chega comigo e confira,
Talvez o que rima esperança tem a panela vazia,
Que lutou pagou a água agora vem a energia,
Encara de frente o cobrador porque odeia a mentira,
E a letra sai de acordo com a tristeza que eu sinto,
Cada um tem sua hora essa é a minha então me escuta amigo,
A humildade dos manos e das minas que sempre andou comigo,
Mais nessa hora a gente sente sozinho,
E a tristeza é saber que falta alguém no caminho,
Disfarça, tomando bira,
Fumaça, vê se alivia,
Na praça, e a noite vira,
Eu sinto falta de alguém, eu sei quem,
Mais preciso de alguém, pra me mostrar alem,
Do que minha mente limita,
Quando um poeta chora não é diferente de ninguém quando a tristeza fica.

Como eu queria me libertar de mim, de todos os prazeres que vão perecer, me leva, me cega, me tranca numa cela, eterna, que gera, guerra, de idéias, contra meu próprio ser.

Palavras pronunciadas e falta raciocínio,
Se tá certo ou errado quem te responde é o destino,
Quem vai ligar uma ponta rilex e deixar fluir,
Conversar normalmente quando o tuim vim,
É outro mundo meu bom,
A passagem pra esse muda um pouco de tom,
Num condeno não ninguém conhece o futuro,
Quem sabe um dia eu vou de ônibus pra esse mundo,
Mais a favela no momento necessita de ti,
Se ocê faltar no pelotão desequilibra pá nós progredir,
E as coisa vai continuar do jeito mais difícil,
Sendo enganado a culpa é do povo certo é o político,
Inversão de idéias assassinatos psicológicos,
Que te trás desanimo e cê sabendo que é óbvio,
Que existe um propósito,
Mais as vezes faz um reverso do lógico,
Latrocidas homicidas de raciocínio,
Sabedoria pra falar glorifica um caminho,
Se algum dia eu me contradizer, pode ser,
A morte da vários caminhos pra você escolher,
Sigo no certo talvez praticando o errado,
E o resultado, felizmente não foi antecipado,
Uma lagrima que desce simboliza muito,
Uma palavra carrega vários sentidos nesse mundo.

Como eu queria me libertar de mim, de todos os prazeres que vão perecer, me leva, me cega, me tranca numa cela, eterna, que gera, guerra, de idéias, contra meu próprio ser.

Controlar os sentimentos ninguém controla,
Mais entende-los te faz ter uma melhora,
Concordar com alguma coisa que alguém te fala,
Tem que muita certeza pra mente não ser cambiada,
Tá deixando a vida levar, como a morte quer,
Tudo é em prol de nada quando acaba a fé,
Sou apenas alma e matéria como você,
Tentando alguma coisa nessa vida pra sobreviver,
Preso, não se sua mente tá presa seu corpo vira refém,
Faz o mal insiste no mal pensando que tá bem,
Toda vez eu tiro um tempo e imagino,
Como tá meus truta trancado no presídio,
Lembranças vem, vem, lembranças vão também,
E vejo o mal fazendo o bem, pra te convencer porém,
Existe sempre um caminho se você perceber,
Dar um valor em você, parar pra ver,
As coisas pequenas que faz você viver,
Talvez o caminho pra felicidade a estrada seja um pouco distante,
Mas ame família e amigos e a luz será mais brilhante,
Um coração sem malicia entende meu semblante,
Quando um poeta chora pode ser um espelho não tanto como antes.

Como eu queria me libertar de mim, de todos os prazeres que vão perecer, me leva, me cega, me tranca numa cela, eterna, que gera, guerra, de idéias, contra meu próprio ser.


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